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sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Taxas de mortalidade infantil a diminuir

Em 2007 morreram 9,2 milhões de crianças no Mundo
O número de mortes de crianças com menos de cinco anos em todo o Mundo em 2007 ascendeu a 9,2 milhões, revela a UNICEF. Estimativas que revelam que as taxas de mortalidade continuam a diminuir mas que há ainda muito por fazer, alerta o organismo das Nações Unidas para a infância.

“Desde 1960, a taxa global de mortalidade de crianças menores de cinco anos baixou mais de 60%, e os novos dados mostram que a tendência decrescente continua a verificar-se", afirmou a Directora Executiva da UNICEF, Ann M. Veneman.
Em 2006, a mortalidade infantil passou pela primeira vez a barreira dos 10 milhões, contra as 13 milhões de mortes registadas em 1990. No total do planeta, a mortalidade diminuiu em 27% entre 1990 (93 mortes por cada 1000 nados-vivos) e 2007 (68 mortes por cada 1000 nados-vivos). Valores encorajadores mas que são ainda insuficientes para atingir os objectivos fixados pelas Nações Unidas até 2015. “Apesar dos progressos conseguidos, há ainda muito trabalho pela frente”, sublinhou Ann M. Veneman. Grande disparidade entre países ricos e pobres Em 1978, a conferência internacional de Alma-Ata definiu como prioridade acções urgentes no sentido de proteger e promover a saúde dos povos de todo o Mundo. Trinta anos depois, os números das mortalidade infantil mostram ainda uma enorme disparidade entre países ricos e países em desenvolvimento. Com 169 mortes em cada 1000 nascimentos, a África ocidental e central é a região do globo com a maior taxa de mortalidade infantil. Nos países industrializados, há seis mortes por cada 1000 nados-vivos. Progressos significativos“De destacar os progressos feitos por alguns países como a República Popular Democrática do Laos, o Bangladesh, a Bolívia e o Nepal, que conseguiram uma diminuição das suas taxas de mortalidade de menores de cinco anos superior a 50% desde 1990, estando no bom caminho para atingir o ODM de redução de dois terços da mortalidade de menores de cinco anos entre 1990 e 2015”, revela o relatório da UNICEF. “Em algumas zonas de África registaram-se também progressos significativos, nomeadamente na Eritreia onde a taxa de mortalidade de menores de cinco [anos] baixou 52% entre 1990 e 2007. No Malawi, Moçambique, Níger e Etiópia a descida da taxa no mesmo período de tempo foi superior a 40%”.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Sida em Portugal

Menos mortes, mas mais portadores

O número de mortes de doentes com Sida em Portugal diminuiu, no último ano. Ao contrário, o número de portadores do vírus VIH subiu 15% em relação a 2001.

Tratamento para a Sida

Novo medicamento administrado dentro de poucas semanas
Na prática, quer dizer que o número de adultos e crianças infectadas aumentou de 29 mil para 34 mil. A explicação para estes dados relaciona-se com o facto de morrerem cada vez menos doentes com SIDA, apesar de o número de portadores estar a aumentar.Novo medicamentoDentro de poucas semanas vai ser administrado aos doentes um novo medicamento, aprovado pelo Infarmed. Cada vez mais, a transmissão do vírus acontece por via sexual.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Inédito...

Primeiro bebé português a nascer dentro de água num hospital
Simão Pedro foi o primeiro bebé português a nascer dentro de água em contexto hospitalar. O parto aquático realizou-se terça-feira, numa banheira portátil, na Ordem da Lapa, no Porto, e teve o acompanhamento de duas enfermeiras, um obstetra e um pediatra.

Simão é assim o 17.º bebé a nascer dentro de água no nosso país, mas o primeiro numa unidade hospitalar. As outras 16 crianças nasceram em ambiente domiciliário. Em todo o mundo, estão registados cerca de 45.000 nascimentos na água.

"Com 2,8 kg, Simão Pedro nasceu em boas condições de saúde", contou, ao JN, Isabel Ferreira, uma das enfermeiras especialistas em saúde materna e obstetrícia que acompanharam os pais do bebé antes e durante o nascimento.

"O parto durou três horas e meia e foi antecedido de duas sessões preparatórias em duas piscinas da cidade", sublinhou Isabel Ferreira, que esteve propositadamente na Bélgica, durante uma semana, a participar num curso sobre esta modalidade de nascimento.

"A água alivia a dor, permite um parto mais rápido e sem auxílio de medicamentos", especifica a enfermeira.
Por definição, o parto na água acontece quando a mãe dá a luz com os genitais totalmente cobertos de água, embora o bebé possa nascer dentro ou fora da mesma.

Para um parto em boas condições, a água deve estar aquecida, entre 35 e 37 graus celsius, aumentanto a irrigação sanguínea da mãe e a diminuição da pressão arterial, além do relaxamento muscular.
Alguns médicos defendem que o parto na água pode não ser seguro, porque o bebé pode aspirar água. No entanto, os registos de incidentes nos partos aquáticos são muito raros.
IN: www.jn.sapo.pt

sábado, 28 de junho de 2008

Sem Comentários

Dentistas fazem saldos


Clínicas dentárias em todo o país estão a praticar preços reduzidos para não ficarem vazias. A crise 'bateu à porta' dos dentistas e muitos até já fazem tratamentos gratuitos.


As tabelas económicas são comercializadas por seguradoras que aliciam os beneficiários com os 'saldos' e os profissionais com uma rede de clientes. A Ordem dos Médicos Dentistas garante que estas apólices são ilegais e entregou hoje documentos em várias entidades do sector.


O número de doentes não chega para os mais de cinco mil dentistas a trabalharem em Portugal e todos atribuem as culpas ao número excessivo de faculdades e de recém-licenciados que todos os anos chegam ao mercado. Muitos já optam por emigrar.


In Expresso online de 27 de junho 2008

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Cuidados com o Sol....

Cuidados com a exposição Solar...
Com o sol a dar ares da sua graça e a aptecer ficar com o tom de pele de aspecto bronzeado, as idas à praia começam a ser opção. Estando o verão a aproximar-se nunca é demais relembrar alguns cuidados que se deve ter, para que as idas à praia não se tornem um pesadelo.

Não deves estar ao sol nas horas de maior calor (entre as 11h30 e as 16h30 - pela hora de Verão em Portugal).A estas horas a radiação solar é mais perigosa.

Habitua-te ao sol a pouco e pouco.Depois do Inverno o nosso corpo precisa de se voltar a habituar ao sol e ao calor, por isso, nos primeiros dias de praia, usa uma camisola de algodão, chapéu (o boné não protege as orelhas) e calção ou fato de banho. E tenta manter esta roupa seca, para não se colar ao corpo e deixar de te proteger do sol.

Usa sempre protector solar. Os perigos de queimaduras pelo sol aumentam ou diminuem conforme o tipo de pele. Mesmo que tenhas um "bronzeado natural", não estejas ao sol sem um creme solar de protecção adequado.

Põe o protector meia hora antes de ir para o sol. Para fazer efeito, deves pôr o protector solar cerca de meia hora antes de ires para a praia e pôr mais regularmente (de hora a hora, cada vez que se sai do banho ou se transpirares muito).

Protege todas as partes do corpo. Não te esqueças de proteger o peito dos pés, as costas das mãos, as orelhas, o nariz, os lábios e a área em redor dos olhos. São zonas sensíveis e também se queimam!

O protector solar é para ser usado mesmo à sombra! Mesmo que fiques todo o dia debaixo de um chapéu-de-sol ou de um toldo, usa na mesma o filtro solar. É que esta sombra não impede totalmente a passagem dos raios solares, e a luz reflectida na areia pode ser suficiente para provocar uma queimadura.

Proteja os olhos. Uns bons oculos de sol podem bloquear a radiação ultravioleta (UV) entre 95 e 99%, o que é muito importante para as pessoas que passam muito tempo ao sol, que têm catarataas ou estão a tomar medicamentos que aumentam a sensibilidade ao sol.
Atenção especial às crianças! As crianças são muito sensíveis ao sol, porque a sua pele é mais frágil. A prevenção das queimaduras solares na infância é muito importante porque estas aumentam o risco de cancro da pele em adultos. As crianças não devem ir á praia antes dos seis meses. Até ao ano de idade devem estar na praia por períodos curtos, fora das horas de amior radiação solar, à sombra de toldos ou guarda-sol.É essencial que as crianças usem T-shirt e chapéu.
Outros cuidados a ter:
Beber muita água. Quando transpiramos, perdemos muitos líquidos. Para que não sofra de desidratação, beba mais, mesmo que não tenha sede. A sede é, muitas vezes, inferior às necessidades hídricas do organismo. A água é a bebida por excelência, mas também poderá optar por sumos naturais, ricos em sais minerais, que perdemos com a transpiração. Para repor os níveis de sais minerais, pode acrescentar na água um pouco de sal ou de açúcar ou recorrer às chamadas bebidas para desportistas, se não for diabético ou hipertenso.
Refeições ligeiras. Quando está muito calor, opte por fazer refeições ligeiras e repartidas, ricas em fruta e legumes crus. As refeições muito pesadas levam muito tempo a digerir e exigem uma maior quantidade de sucos gástricos, subtraindo água ao organismo.
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Porque, MAIS VALE PREVENIR!
O que fazer em caso de exposição solar excessiva
- Beba líquidos, em particular água;
- Não se exponha ao sol enquantp tiver a pele vermelha;
- Aplique um creme hidratante não perfumado;
·
- Não aplique álcool, pois seca ainada mais a pele;
- Não perfume as bolhas de água, poruqe atrasa a cicatrização e pode provocar infecção;
- Se estas rebentarem por si, aplique um desinfectante local;
- Recorra ao médico se as queimaduras forem extensas, se tiver bolhas ou se sentir mail-estar geral.

Artigo elaborado com base nos sites:
www.junior.te.pt/servlets/Rua?P=Sabias&ID=1230 - 19k -
www.deco.proteste.pt/map/src/352051.htm - 55k -
www.medicoassistente.com/modules/smartsection/item.php?itemid=50 - 40k -

sábado, 14 de junho de 2008

Dar Sangue...




O que precisa de saber...



É graças à sua contribuição que muitas pessoas podem continuar a viver.
O Sangue está desde tempos imemoráveis ligado ao simbolismo da vida e da morte. Isto acontece não por uma razão qualquer, mas pelo facto deste precioso tecido do nosso organismo desempenhar funções de homeostase essenciais à nossa sobrevivência. A sua constituição é de tal maneira complexa, que a medicina de hoje ainda não conseguiu arranjar um substituto que se lhe assemelhasse. Daí que seja essencial a nossa contribuição como seres humanos solidários para que possamos continuar a salvar vidas. Sem a sua contribuição como dador(a), seria impossível continuar esta importante tarefa.



Como todos os actos cívicos, este também deve ser feito de uma forma consciente, assim passo a explicar-lhe de uma forma geral como se vai realizar a dádiva de sangue.

Este é um processo constituído por várias etapas, apresentação no acto de inscrição de um documento comprovativo da sua verdadeira identidade de preferência com fotografia, de forma a poder efectivar a inscrição. É-lhe dada a ler esta informação. É-lhe fornecido um inquérito para preencher com perguntas chave, que vão permitir conhecer melhor o(a) dador(a) e poder julgar do ponto de vista médico da sua aprovação ou suspensão da dádiva e vão permitir ao candidato uma maior consciência do seu acto.

Este inquérito será assinado por si no final, como prova de que as suas declarações são verdadeiras e em como consente de uma forma informada em continuar a sua dádiva.

Pode desistir da mesma sempre que quiser e sem ter de se justificar.

Posteriormente, vai ser submetido a um exame médico sumário em que vão ser recolhidos mais dados, que o médico entenda serem importantes para a sua aprovação como dador. É muito importante que responda verdadeiramente a todas as perguntas que lhe são feitas, mesmo que estas lhe pareçam sem importância, pois pode sem perceber estar a prejudicar gravemente os doentes, em vez de, como seria desejável, os estar a ajudar.

Não deverá também ser prejudicada a sua saúde como dador(a).

Avise o médico se tem hemorragias (sangra) ou faz hematomas (nódoas negras) facilmente.

Não esqueça de referir os medicamentos que está a tomar, mesmo que tenha sido uma toma esporádica.Tenha sempre em atenção que o médico que o(a) vai observar não irá julgá-lo(a) do ponto de vista moral, mas sim do ponto de vista técnico-científico.Toda a informação fornecida por si é confidencial em todo o processo.

Antes da dádiva deverá ter ingerido uma refeição ligeira. Se for suspenso(a) da dádiva, serão apresentados os motivos que levaram à sua suspensão.

Em caso de aprovação irá então fazer a sua dádiva propriamente dita.
Todo o material utilizado é esterilizado e de utilização única. A colheita (de sangue total ou aférese) é um procedimento “standard”, portanto estudado e seguro.

No entanto, pode ocorrer reacções adversas aquando a dádiva, como, náuseas, vómitos, sudação, adinamia (perda de força), vertigem (tontura), ou perda de conhecimento (desmaio), entre outros menos frequentes.


O sangue colhido, será sujeito a provas de fenotipagem, conjunto de análises virulógicas de
despiste do vírus da Hepatite B, C, do vírus do HIV, Sifilis e das transaminases (permite-nos indirectamente verificar o funcionamento do seu fígado).

Poderão ainda ser realizados outros estudos para fins diagnósticos, terapêuticos, confirmatórios ou científicos.


Após a dádiva deve:
_ Comer uma refeição ligeira
_ Beber líquidos hidratantes (água, sumos, refrigerantes…)
_ Não ingerir bebidas alcoólicas ou diuréticas (cerveja, café…)
_ Não fazer exercícios físicos pesados nas 12 horas após a dávida
_ Não realizar actividades que possam por em risco a sua vida ou a dos outros (pilotar aviões e páraquedismo ou desportos com planadores, conduzir comboios e/ou veículos pesados, mergulhar, escalar montanhas, operar em máquinas industriais, trabalhar em andaimes/escadotes ou em instalações eléctricas, …).


Os resultados analiticos serão enviados pelo correio.Excepções serão feitas quando houver algum resultado que necessitemos ver melhor esclarecido, nessa ocasião será convocado(a) para se apresentar pessoalmente no nosso Serviço.


Em conformidade com a Directiva 2004/33/CE da Comissão de 22 de Março de2004. Anexo II (art.2º e 3º), parte A.